Novo relatório analisa o mercado e diz que Bitcoin ainda pode cair para US$ 18 mil e indica 4 criptomoedas para ficar de olho

Uma análise do TC Cripto compartilhada com o Cointelegraph, destacou que apesar da alta do Bitcoin (BTC) em janeiro o ativo ainda está dentro de um “range de preços vendedor”, ou seja, a tendência de baixa no mercado cripto continua a mesma e ainda é cedo para apontar o fim do bear market.

Diante disso a empresa, que foi certeira em apontar a possibilidade de alta do BTC em janeiro, afirma que não está descartada uma nova queda para US$ 18 mil e somente uma quebra no nível de US$ 25 mil, seguido de uma força compradora, pod anular um movimento de baixa.

“Caso isso venha se tornar realidade, o próximo ponto importante a monitorar é a faixa de preços dos U$ 25.000. Um eventual pullback dará oportunidade para os investidores que não aproveitaram a região de compra quando o ativo negociava na faixa de US$ 16.000”, destacou.

A empresa aponta que ao longo dessa semana, houve uma evidente melhora nas condições macroeconômicas. Após dados benignos de inflação e números fracos da economias americana, sugerindo uma possível recessão, tornou-se consensual o aumento de 25bps na próxima reunião do FED.

Esse sentimento positivo com o cenário macroeconômico teria sido o principal catalizador para a alta recente já que o apetite dos investidores por ativos de risco teria sido renovado. No entanto a velocidade e a magnitude do movimento de alta fizeram com que mais de 97,5% dos compradores/especuladores de curto prazo se tornassem lucrativos.

Segundo o TC isso quer dizer que o preço de mercado ficou significativamente mais alto do que a média de preços de entrada dos investidores. Portanto, de acordo com a análise, em momentos como esse, são esperados (e normais) que ocorram realizações de lucros.

“Todavia, em ciclos de altas do BTC, é normal que o mercado se encontre com essa dinâmica, e pode demorar meses até que ocorram realizações. De fato, quando olhamos os lucros realizados, fica claro que esse movimento ainda não começou, mas é algo para se monitorar”, destacou.

4 criptomoedas para ficar de olho na semana

Diante do atual estado do mercado cripto, com os touros indecisos sobre uma alta no Bitcoin e os ursos espreitando uma retomada para US$ 18 mil a empresa aponta que os investidores devem também observar o movimento no Ethereum (ETH) que tecnicamente é ligeiramente superior ao do BTC mas também pode recuar no curto prazo.

“O ETH apresentou um rompimento de uma estrutura no gráfico diário, formando uma região compradora muito forte na faixa dos US$ 1.500. A principio, essa região está sendo bem defendida, e a expectativa é que o ativo busque alvos na faixa dos US$ 1.800. Um cenário vendedor se concretizará somente se perder a região dos US$ 1.500. Nesse caso, poderemos ter uma correção para buscar US$ 1.200″, afirma.

Já sobre o amplo mercado de altcoins o TC destaca 4 criptomoedas que os investidores devem ficar de olho pois podem surpreender ao longo da semana.

A primeira delas é o FTX Token (FTT), criptoativo da falida exchange FTX. O TC destaca que em entrevista recente, o novo CEO da FTX anunciou a possibilidade de reiniciar as atividades da corretora. Com isso o token FTT ressurgiu das cinzas.

Em segundo lugar está a Aave (AAVE), plataforma de empréstimos colateralizados e que lançou recentemente sua V3 e de acordo com os desenvolvedores, traz as principais inovações tecnológicas desde o início do projeto.

Na terceira posição estão o Fantom (FTM) que anunciou um fundo para financiar projetos no seu ecossistema, financiado por 10% das taxas de transação na rede. Fechando a lista o TC aponta o token da Stargate Finance (STG) que subiu mais de 40% em um dia depois que foi publicado no seu fórum de governança que um “family office” teria se aproximado para comprar um equivalente a US$ 2 milhões em token via trade OTC.

LEIA MAIS

Aviso: Esta não é uma recomendação de investimento e as opiniões e informações contidas neste texto não necessariamente refletem as posições do Cointelegraph Brasil. Cada investimento deve ser acompanhado de uma pesquisa e o investidor deve se informar antes de tomar uma decisão.

VER ARTIGO ORIGINAL